USURA NÃO!
Quarta-feira, Outubro 17, 2007(in)Justiça Brasileira
Quinta-feira, Setembro 27, 2007Os fatos:
• Angélica cumpri pena em regime semi-aberto por, em 2005, roubar um pote de manteiga de R$3,00 para tentar desesperadamente matar a fome de um filho. Angélica teve que ficar 120 dias presa, sem direito a habeas corpus, até a sentença judicial;
• Rosário, o assassino dos meninos Josenaldo e Francisco na Serra da Cantareira, cumpri pena em regime semi-aberto por homicídio e atentado violento ao pudor. Rosário terá que ficar 30 dias preso até a sentença judicial. (quer apostar quanto que ele conseguirá um habeas corpus? Sempre tem um advogado filho-de-una-bona-señora que pede e um juiz filho-de-una-bona-señora que dá).
A constatação:
• O regime semi-aberto permite que presos saiam da prisão nos finais de semana. Enquanto Angélica sai para cuidar do filho que ela não vê durante a semana, Rosário sai para estuprar e matar criancinhas. Hum… Crimes tão parecidos merecem penas iguais, vocês não acham?
A indignação:
• Por que há cadeias entupidas de presos, que dormem uns sobre os outros, enquanto o governo paga bilhões para construtoras que gasta milhões com homens para construir estradas e prédios?
• Por que há cadeias entupidas de presos comendo quatro vezes ao dia com direito a banho de sol e tv, enquanto há “alguns” brasileiros que tomam sopa de pedra uma vez por dia (que é para não gastar a pedra) e que não sabem o que é uma tv?
• Por que há cadeias entupidas de presos com o c* pra cima o dia inteiro e custam, em média, R$1.500,00 para o país enquanto há crianças quebrando pedra para ganhar o quê? R$0,50 o dia?
A filosofia barata:
• Mente vazia, oficina do Diabo. Trabalho pra esse povo inútil, peloamordejesuscristinho!
• Morte! Chacina! Circulando! Circulando! (aqui serei chicoteada, eu sei. Os bichinhos não devem morrer? Leia a opção anterior. Uma coisa eu afirmo: se fosse com a minha família, eu matava o bastardo rindo).
• F*-se, os direitos humanos. Não há direitos para os HUMANOS, nem aqui, nem em lugar nenhum. Os HUMANOS de verdade, se ferram a vida inteira. Os MONSTROS sobrevivem.
Projeto 101 em 1001 - Item 98. Comprar uma jaqueta de couro para o Fábio
Quarta-feira, Junho 27, 200798. Comprar uma jaqueta de couro para o Fábio
Pra quem anda de moto, bem sabe que esse frio castiga a gente. E nada melhor que uma boa jaqueta de couro nessas horas. Saimos na semana de dos dias do namorados para fazer compras e acabamos comprando duas jaquetas - que não foram de couro porque ele não quis, o danado - mas foram duas jaquetas de corino maravilhosas, uma com detalhes na manga em vermelho muioto bonita mesmo. O legal dessas jaquetas é que dá um ar de motoqueiro mesmo, né? O Fábio adorou!
Eu procurei uma para mim também mas na moda só há lugar para mulheres esquálidas, sem peitos, sem bunda E sem púbis. Vocês já viram aquelas calças que mal tapam os cabelos pubianos (pra não falar pentelhos)? As calças têm o quê… quinze centímetros de pano na frente? Quando você pensa que tá começando a fechar o zíper, ele já tá fechado faz teeeeeeeempo. Se você costuma usar essas calças, sou obrigada a lhe informar: você não tem púbis. Mas não se preocupe, essas calças mostrarão o que você tem de melhor: o rêgo. Sim, porque esse tipo de calça pode tapar o seu falta de púbis, no entanto mal taparão o seu rêgo. Saia com elas e reze para não ter que sentar.
Deu de falar besteira!
Mais um item riscado, isso é o que importa.
Paixões - Rosa Montero
Domingo, Junho 3, 2007
Comprei Paixões por acaso nas Lojas Americanas no Itajaí Shopping. O preço, a capa e a sinopse me chamaram a atenção e como não pago imposto pra comprar livro (quer dizer, eu pago mas… who cares?) acabei trazendo pra casa. E não iria me arrepender: ele é simplesmente bárbaro!
É o primeiro livro de Rosa Montero que leio mas já quero ler todos que ela escreveu. Rosa, espanhola nascida em Madri, é maravilhosa em seu estilo próprio de escrever e de cativar o leitor. E que belo trabalho histórico ela fez em Paixões!
Paixões fala de alguns dos casais mais famosos da história mundial e as suas histórias de (des)amor. Já no primeiro episódio fica claro como todo aquele sofrimento amoroso que pensamos ser privilégio nosso, já não o é. E que não há quem escape dele.
“Vista de perto, a maioria das mais conhecidas histórias de amor é atroz.”
Todas as histórias do livro tem um final infeliz, como acontece com toda a história de amor afinal. Alguns amores e muitas paixões desenfreadas, esquisitas, histéricas, loucas somados a interpretação ou, “melhor dizendo, recriação” da autora fazem do livro quase um livro de conto de fadas às avessas. Toda essa paixão sem limites, os corações arrebentados, as lágrimas derramadas, as mortes quase juvenis (muitos dos casais não chegaram aos 40 anos) se tornam belos - trágicos mas belos (temos uma atração infinita pelo trágico) - diante de nossos olhos e através do livro. Por que de que adiantaria um final feliz? Não é Romeu e Julieta a mais bela história de amor? Seria tão bela e atravessaria a barreira do tempo se não fosse trágica? O que dizer de Jack e Rose? Richard e Ilsa? Oliver e Jennifer? Scarlett e Rhett? Seth e Maggie? Sam e Molly? Robert e Francesca? Casais que tanto amamos e admiramos não pela paixão desenfreada mas pelo sofrimento por ela acarretado?
“Seja como for, em toda a história de amor, mesmo na mais realizada e feliz, há sempre um ingrediente de tristeza, o pressentimento inexorável da perda: porque todos sabemos que essa abundância se acabará um dia. Provavelmente a vida nunca pareça tão efêmera como na melancolia de um amor que termina.”
No livro, somos apresentados a 18 casais e suas extraordinárias histórias, desde Leon e Sônia Tolstói, passando por Oscar Wilde e lorde Alfred Douglas, Evita e Juan Perón, Marco Antônio e Cleóprata, John e Yoko, só para citar alguns deles.
Como se tudo isso não bastasse, o livro vale pela maravilhosa introdução da própria autora e pelo texto do Manoel Carlos na orelha do livro.
“O mundo já não era um vale de lágrimas e, na busca privada da felicidade, a paixão amorosa adquiriu um papel preponderante. No entanto, diversas teorias, do estoicismo ao budismo, não afirmam que, para escapar do sofrimento da vida, o ser humano deve reduzir ao mínimo suas aspirações? Se você não espera nada, se não deseja nada, se não ambiciona nada, não há frustação. À luz deste raciocínio desolador mas sensato, fico me perguntando se, ao descobrir no século XVIII o conceito moderno da felicidade e da paixão, os seres humanos não descobriram também sua maior desgraça.”
Árvore Genealógica
Sexta-Feira, Maio 18, 2007- Mãe, vou casar!
- Jura, meu filho?! Estou tão feliz! Quem é a moça?
- Não é moça. Vou casar com um moço. O nome dele é Julio.
- Você falou Julio?… ou foi meu cérebro que sofreu um pequeno surto psicótico?
- Eu falei Julio. Por que, mãe? Tá acontecendo alguma coisa?
- Nada, não… Só minha visão é que está um pouco turva. E meu coração, que talvez dê uma parada. No mais, tá tudo ótimo.
- Se você tiver algum problema em relação a isto, melhor falar logo…
- Problema? Problema nenhum. Só pensei que algum dia ia ter uma nora… Ou isso…
- Você vai ter uma nora. Só que uma nora… meio macho. Ou um genro meio fêmea. Resumindo: uma nora quase macho, tendendo a um genro quase fêmea.
- E quando eu vou conhecer o meu… a minha… o Julio?
- Pode chamar ele de Biscoito. É o apelido.
- Tá! Biscoito… Já gostei dele. Alguém com esse apelido só pode ser uma pessoa bacana. Quando o Biscoito vem aqui?
- Por quê?
- Por nada. Só pra eu poder desacordar seu pai com antecedência.
- Você acha que o papai não vai aceitar?
- Claro que vai aceitar! Lógico que vai. Só não sei se ele vai sobreviver… Mas, isso também é uma bobagem. Ele morre sabendo que você achou sua cara-metade. E olha que espetáculo: as duas metades com pinto…
- Mãe, que besteira… hoje em dia… praticamente todos os meus amigos são gays.
- Só espero que tenha sobrado algum que não seja… pra poder apresentar pra tua irmã.
- A Bel já tá namorando.
- A Bel? Namorando?! Ela não me falou nada… Quem é?
- Uma tal de Veruska.
- Como?
- Veruska…
- Ah, bom! Que susto! Pensei que você tivesse falado Veruska.
- Mãe!!!
- Tá…, tá…, tudo bem… Se vocês são felizes. Só fico triste porque não vou ter um neto…
- Por que não? Eu e o Biscoito queremos dois filhos. Eu vou doar os espermatozóides. E a ex-namorada do Biscoito vai doar os óvulos.
- Ex-namorada? O Biscoito tem ex-namorada?
- Quando ele era hétero. A Veruska.
- Que Veruska?
- Namorada da Bel…
- Peraí!. A ex-namorada do teu atual namorado… É a atual namorada da tua irmã… que é minha filha também… que se chama Bel. É isso? Porque eu me perdi um pouco…
- É isso. Pois é… a Veruska doou os óvulos. E nós vamos alugar um útero.
- De quem?
- Da Bel.
- Logo da Bel?! Quer dizer, então… que a Bel vai gerar um filho teu e do Biscoito. Com o teu espermatozóide e com o óvulo da namorada dela, que é a Veruska?!?…
- Isso.
- Essa criança, de uma certa forma, vai ser tua filha, filha do Biscoito, filha da Veruska e filha da Bel.
- Em termos…
- A criança vai ter duas mães: você e o Biscoito. E dois pais: a Veruska e a Bel.
- Por aí…
- Por outro lado, a Bel…, além de mãe, é tia… ou tio… porque é tua irmã.
- Exato. E ano que vem vamos ter um segundo filho. Aí o Biscoito é que entra com o espermatozóide. Que dessa vez vai ser gerado no ventre da Veruska… com o óvulo da Bel. A gente só vai trocar.
- Só trocar, né? Agora, o óvulo vai ser da Bel. E o ventre, da Veruska.
- Exato.
- Agora, eu entendi! Agora eu realmente entendi…
- Entendeu o quê?
- Entendi que é uma espécie de swing dos tempos modernos!
- Que swing, mãe?!!…
- É swing, sim! Uma troca de casais… com os óvulos e os espermatozóides, uma hora do útero de uma, outra hora no útero de outra…
- Mas…
- Mas, uns tomates! Isso é um bacanal de última geração! E pior… com incesto no meio.
- A Bel e a Veruska só vão ajudar na concepção do nosso filho, só isso…
- Sei… E quando elas quiserem ter filhos…
- Nós ajudamos.
- Quer saber? No final das contas não entendi mais nada. Não entendi quem vai ser mãe de quem, quem vai ser pai de quem, de quem vai ser o útero, o espermatozóide… A única coisa que eu entendi é que…
- Que…?
- Fazer árvore genealógica daqui pra frente… Vai ser uma merda!
Luiz Fernando Verissimo, maravilhoso como sempre. ![]()
Alô, criançada, o Papa chegou!
Sexta-Feira, Maio 11, 2007Trazendo alegria pra você e o vovô.
Só a criançada mesmo pra acreditar num Papa com o nome de Ratzinger, que participou da Juventude Hitlerista e que tem cara de serial killer. Nem o vovô entra nessa. Tá. Alguns vovôs, sim.
Felizes mesmo devem estar as criancinhas pagãs que até o ano passado iam para o limbo e agora vão para o céu. Graças a Bento XVI.
Aleluia!
Alguém aproveita a ocasião de sua visita ilustre e diz para ele que se o mundo continuar com o crescimento populacional atual, a Terra entrará em colapso até 2050. E por um simples motivo: falta de recursos naturais. Sim, minha gente, água e comida e materias-primas como petróleo.
Em vez de ele brincar dEle, Ratzinger podia finalmente largar mão de proibir o uso da camisinha e métodos anticoncepcionais (não que eu ache que essa proibição faça diferença para algum jovem, mas enfim…) e partir para uma campanha séria de controle de natalidade mundial. Que tal um programa de adoção mundial? Acho que vai muito bem com o “amai-vos uns aos outros” e “somos todos irmãos” da Bíblia.
Sejamos realistas: “crescei e multiplicai-vos” já era.
Assim seja.
Coisas que Ninguém Merece - A Tati Quebra-Barraco Peladona
Segunda-feira, Maio 7, 2007Resolvi fazer jus ao nome do blog e criar um sessão só para coisas toscas, inacreditáveis, ruins, feias, chatas e esdrúxulas; coisas que nem eu e nem você merecemos ver, ler ou vivenciar. Aquelas coisas as quais pensamos: “eu morro e não vejo tudo”. Ou vice-versa. Essas coisas podem ser pessoas, fatos, situações, vídeos, frases ou lugares. Todas as coisas. As Coisas que Ninguém Merece!
E seguindo o pensamento do morro-e-não-vejo-tudo, essa semana chegou uma notícia via RSS que abalou as estruturas do meu ser e me fez chegar a conclusão que esse mundo TÁ perdido.
Uma revista masculina acha que a Tati Quebra-Barraco pode dar dinheiro (deve ser alguma revista falida. O desespero faz coisas, povo) e está negociando com a funkeira, a mostra de seu esbelto corpo conquistado com muito suor, bisturi e pouca costela. E, povo, ela não quer pouco, não. Ela só quer mostrar seu corpitcho por meio “milão de real”, apesar da revista achar que sua beleza valha R$ 230 mil.

Olha a mão na boquinha, minha gente! Olha a crasse da menina!
O que posso dizer, não é mesmo, minha gente?
Digo que, por mim, ela pode até arreganhar as pernas; desde que lacre a boca…
Cinco Coisas que me Irritam
Quinta-feira, Janeiro 18, 2007Fui convidada a fazer esse singelo meme - adoro! - pela Fer - adoro-a!
Irrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrita:
1. gente que faz coisas mal feitas
Não quer, não faz. Agora perder uma coisinha preciosa da sua vida chamada tempo para fazer as coisas mal feitas, é dose! Nem sempre gostamos de tudo que temos que fazer, mas já que tem que fazer, faça bem feito e faça uma única vez. Assim, você não tem que refazer e não incomoda os outros com a tal-coisa-mal-feita. Fazer de qualquer jeito pra se livrar e, é claro, alguém pagar o pato não é nada justo. Experiência própria : Tenho um exemplo maravilhoso disso onde trabalho. Eu xingo até a quinta geração da criatura! Mentalmente porque desavença é a última palavra do meu dicionário.
2. gEnTi QuI iScreVe aSsIm ou gnt q iscrevi axim
Fer, fui obrigada a copiar esse item de você porque isso é realmente irritante! Vocês não têm idéia de como eu detesto esses altos e baixos. Eu não consigo ler quando o TeXtO eH iScRiTo AxIm. É sério! Tenho dificuldades de entender! E qdo eh axim? Diz q eh mais praticu i rapiduh d iscreve 1 txt desse jto, mas eu demorei uns cinco minutos só pra escrever essas três linhas… Eu não uso abreviações do tipo ‘vc’, ‘q’, ‘qdo’ nem no celular, pra vocês terem uma idéia…
Fico boquiaberta com a quantidade de erros de ortografia na internet! Fiz Letras, fazer o quê? Sou chata mesmo! Com ortografia e pontuação, sou um pé-no-saco.
3. times new roman
Essa fonte tem o poder de me irritar loucamente. E a mesma criatura do escritório que faz as coisas mal feitas, usa essa bendita fonte como padrão no Word dela. Todos aqueles documentos em Times New Roman… :
4. gente que chega perto demais
O livro Desvendando os Segredos da Linguagem Corporal de Allan & Barbara Pease fala que todos nós - homens e animais - temos um espaço pessoal determinado culturalmente. Esse espaço pessoal é divido em quatro zonas de distância: zona íntima, zona pessoal, zona social e zona pública. A zona pessoal é entre 14cm e 46cm de distância do nosso corpo.
“Só os entes afetivamente próximos, como amantes, pais, cônjuges, filhos, amigos
íntimos, parentes e mascostes, têm permissão para entrar nela.” (pág. 126 e
127).
O livro fala da importância e do cuidado que devemos ter ao entrar no espaço pessoal de cada um. Infelizmente, muitas pessoas ignoram esse fato. E não precisa ler o livro para sentir o espaço pessoal de alguém. Você simplesmente não vai conversar com um estranho de nariz grudado com ele! Eu particulamente ‘adoro’ quando eu tô em uma fila e a pessoa atrás gruda em mim. Sabe quando você sente a barriga, o braço ou o que quer parte do corpo que venha primeiro naquela pessoa nas tuas costas? Dia desses uma senhora resolveu esperar a fila do caixa eletrônico do meu lado. Acontece que a velha se apoiou em mim! Ela se encostava em mim como quando se encosta na parede quando tá cansado, sabe?
Pergunta se eu gostei?
Adorei!
5. [editado por medidas de segurança nacional]
Editado no dia 11 de Fevereiro por medidas de segurança nacional. Apenas parte do texto original foram preservados e são eles: (…) Nunca conto meus ‘causos’ com ela porque eu não sei se alguém da família lê o PNM. Já pensei em até fazer um blog anônimo para falar das coisas e pessoas e causos que não conto aqui pra não ter complicações (é como eu disse: a última coisa que eu gosto de fazer na minha vida é discutir ou ter qualquer tipo de desavença com alguém). Bem, se um dia eu fizer, vou distribuir uma senha de acesso, assim SÓ vocês poderão ler…
(…) (…) (…) (…)
Gente, esse post não um simples meme, foi uma reclamação geral!!!!
Tô de TPM e vocês não fazem idéia de como eu fico irritada e deprimida. É horrível! Quero mais é que desça essa menstruação de uma vez porque nem eu me agüento…
BeijosBeijos
ps³: se tiverem oportunidade, leiam o livro. Ajuda-nos a entender muitos gestos e jeitos dos outros. É muito bom!
ps4: quatro das cinco coisas que me irritam estão relacionadas com pessoas. Preciso refletir sobre isso. Ou o problema é com os outros ou é comigo. E eu acho que é comigo. :/
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Sexta-Feira, Setembro 29, 2006Alguém que não é capaz de se defender num simples debate,
não é capaz de liderar um país.
No dia primeiro, vote
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Eleições 2006
Segunda-feira, Setembro 4, 2006Ontem tive o melhor banho dos meus últimos meses!
Falando em banho e em sujeira: estamos há menos de um mês das eleições e ainda não escolhi meus candidatos, mas acho que se eu não optar pela Heloísa Helena, vou anular meu voto. Não gosto do Geraldo. Acho ele falso, dissimulado. Falta alguma coisa nele, sabe? Nunca fui fã do Lula e este ano ele está especialmente arrogante. Pensa que só porque passou três anos e oito meses como presidente já é gente. “Eu conheço o mundo e o mundo me conhece”. Faz exatamente o que os adversários dele faziam na última eleição e ele condenava. O Tristovão Buarque nem pensar. Sim, chamo ele de Tristovão por causa daquelas sombracelhas erguidinhas e juntinhas dando a impressão de que a qualquer hora ele vai chorar. E aquela voz?! É sério! Me mato de rir de olhar pr’aquela cara de peixe morto. Ele não passa confiança nenhuma quando fala, meudeusdoceu! Também tem os outros candidatos, mas nem parei para assisti-los. Falta disposição.
Enfim. Tô bem indecisa. Ainda tenho que me torturar um bocado assistindo o horário eleitoral gratuito para poder me decidir. E espero poder chegar a uma decisão.
(se o Ciro Gomes fosse canditato, meu voto seria dele. Adoro aquele cara!)

Escrito por Happy Batatinha





















